sábado, 27 de junho de 2015

Uma homenagem a Arthur Bonilla




Apesar do violonista Arthur Bonilla já ser um artista consagrado, só tive conhecimento da sua arte esse ano, mais no começo. Me impressionou a firmeza no tocar o violão, a rapidez, mas que sabia ser suave; dominava o instrumento. 
Soube há pouco tempo que ele havia morrido, devido a um acidente automobilístico. 
Estava ainda procurando e apreciando os vídeos com a suas apresentações, pois era uma agradável surpresa para mim.
Agora só restou homenageá-lo.






sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Os primórdios e as “ruínas” da Jovem Guarda


Haddock, esquina com Matoso e a entrada do antigo Cinema Madrid


No início da decada de 50, começava-se a viver mais um período de prosperidade de um pós-guerra, no caso a II Grande Guerra, coisas do século XX. A cultura norte americana se aprofunda ainda mais em várias partes desse mundo, e atingia a juventude muito através da música, o rock'n'roll.

No Rio de Janeiro um desses pontos se localizava na Tijuca, na Rua Haddock Lobo, num pedaço de calçada entre as esquinas da Rua do Matoso e da Barão de Ubá. Na primeira esquina os jovens da época ali se aglomeravam principalmente por que se localizava o Cinema Madrid, pois os assuntos de maior preferência do pessoal era, além do rock, os quadrinhos e o cinema.



Rua do Matoso e Barão de Ubá à direita (GoogleMaps)

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

Tomie Ohtake

Uma homenagem deste blog à artista Tomie Ohtake (Kyoto, 21 de novembro de 1913 — São Paulo, 12 de fevereiro de 2015), com um documentário produzido pela TV Camara, no programa "Hoje é Dia:" de Tomie Ohtake.






domingo, 8 de fevereiro de 2015

RENATO BORGHETTI e SIVUCA - Café con Canela




Música de Antonio Tarragó Ros do álbum "Renato Borghetti", sêlo RBS / Som Livre (1985)

Renato Borghetti : gaita ponto
Sivuca : acordeon
Paulo Tomada : violão base e guitarrón
Harvey "Veco" Marques : violão solo
Lucio Yanel : violão
Carlos Perez : percussão





sábado, 31 de janeiro de 2015

Um Van Gogh nunca visto, entre mulheres e álcool


PUBLICO.pt



JOANA AMARAL CARDOSO


Retrato agora descoberto do pintor holandês, da autoria de Émile Bernard, vai ser mostrado na Alemanha depois de 45 anos num arquivo.




O novo retrato, descoberto no Kunsthalle Bremen e divulgado pelo "Art Newspaper"


Embora Vincent van Gogh tenha pintado mais de 30 auto-retratos, são raras as representações do rosto do pintor holandês feitas por outros artistas e não são conhecidas quaisquer fotografias do autor de Os Girassóis. Mas, a 31 de Março, será exposto em Bremen, na Alemanha, pela primeira vez um esboço até agora desconhecido, da autoria do seu amigo Émile Bernard, que mostra Van Gogh entre mulheres e bebida.

O desenho, descrito pelo jornal especializado Art Newspaper como sendo do tamanho de um postal e desenhado a caneta e tinta, foi descoberto entre centenas de outros esboços do artista e escritor francês que estavam acondicionados num livro de registos contabilísticos. E que se encontravam nos arquivos do Kunsthalle Bremen há mais de 45 anos.

quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

"El noi de la mare" por Anabel Montesinos


Essa é uma das diversas músicas do folclore catalão transcritas pelo compositor e violonista Miguel Llobet (1878 - 1938). "El noi de la mare" é particularmente uma música natalina.








domingo, 11 de janeiro de 2015

Noa Wildschut em "Sonata em Lá Maior para Violino e Piano" (César Franck)


Apresentação como parte do evento Buma Classical Convention (Nov. 2014)

I. Allegretto ben moderato
II. Allegro-Quasi Lento- Tempo 1
III. Recitativo- Fantasia
IV. Allegretto poco mosso







domingo, 28 de dezembro de 2014

terça-feira, 9 de dezembro de 2014

Nova espécie de orquídea homenageia botânico

Revista Pesquisa FAPESP


A nova espécie de orquídea tem o labelo (pétala branca) em curva, que lembra o formato de uma âncora de navio


Planta de flor pequena e marcante vive em árvores junto a cursos d’água a norte da cidade de Manaus

Por Júlio César Barros

Botânicos brasileiros descreveram uma nova espécie de orquídea colhida em uma área de manejo florestal perto de Manaus, Amazonas. A pequena planta recebeu o nome de Dichaea bragae, em homenagem a Pedro Ivo Soares Braga, falecido em março de 2011 e considerado um dos maiores pesquisadores de orquídeas do Brasil. Ela foi descrita por uma equipe da Universidade Federal do Amazonas (UFAM) e do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) na edição de setembro na revista científica Acta Amazonica.

O que chama atenção é um detalhe das pequenas flores verdes com cerca de um centímetro de diâmetro, ou seja, o labelo, uma pétala modificada, cuja função em geral é atrair polinizadores, mais comumente abelhas, e que na Dichaea bragae se destaca por sua cor branca. “As partes laterais do labelo lembram o formato de uma âncora de navio, uma das características do gênero Dichaea”, diz o biólogo Amauri Herbert Krahl, do Inpa, integrante do grupo que descreveu a espécie. “Essas projeções laterais estão presentes em quase todas as plantas do gênero, mas só a Dichaea bragae tem os lóbulos laterais em curva, num ângulo de 90 graus. É quase como se as pontas fossem dobradas”, descreve. Nas outras características, como tamanho das folhas, porte da planta e caule, a nova espécie é semelhante às já conhecidas no mesmo gênero.

A Dichaea bragae é típica das florestas muito úmidas ao longo dos cursos de água. Ancorada em troncos de árvores de caule fino, a uma altura média de 2 metros do solo, a orquídea, como é usual em espécies dessa família, retira do ar a água necessária para sobreviver.

Segundo Krahl, exemplares da planta foram retirados da fazenda Porto Alegre, localizada a 80 quilômetros ao norte de Manaus, uma área de manejo administrada pelo Projeto Dinâmica Biológica de Fragmentos Florestais (PDBFF), do Inpa. “A coleta foi feita quando a planta não apresentava sua parte reprodutiva, a flor. Cultivamos os exemplares em orquidário e quando elas floriram tivemos uma grata surpresa”, relembra o botânico, que trabalha com orquídeas desde 2008.

Artigo científico
VALSKO, J. J. et al. A new species of Dichaea (Orchidaceae) for northern Brazil. Acta Amazonica. v. 44, n. 3, p. 397-402. 2014


sexta-feira, 12 de setembro de 2014

O violão romântico de Napoléon Coste


Sua mãe era um excelente violonista e parece que o francês Napoléon Coste (27/06/1805 - 17/02/1883) herdou essa habilidade, ainda mais que ela foi a sua primeira professora. Ainda adolescente, ele também iria dar aulas de violão, mas a necessidade de aumentar os conhecimentos do instrumento se muda para Paris. Chegando lá, consegue ter como mestre o grande Fernado Sor e a sua roda de amigos era composta de Dionisio Aguado, Matteo Carcassi e Fernando Carulli.